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	<title>Discover Technology &#124; e-Commerce</title>
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		<title>Como abrir uma loja virtual de sucesso?</title>
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		<pubDate>Thu, 02 May 2013 19:59:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Discover</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cerca de 56% dos compradores online afirmam que avaliações de produtos personalizadas feitas por consumidores tem um impacto significante ou bom em seu comportamento de compras, de acordo com estudo “The 2011 Social Shopping Study” realizado pelo e-tailing group e PowerReviews. A segunda ferramenta de comunidade/social a afetar os consumidores online foi a Q&#38;A, que impactou de maneira boa ou&#160;<a href="http://www.discover.com.br/ecommerce/e-commerce/como-abrir-uma-loja-virtual-de-sucesso/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 56% dos compradores online afirmam que avaliações de produtos personalizadas feitas por consumidores tem um impacto significante ou bom em seu comportamento de compras, de acordo com estudo “The 2011 Social Shopping Study” realizado pelo e-tailing group e PowerReviews.</p>
<p>A segunda ferramenta de comunidade/social a afetar os consumidores online foi a Q&amp;A, que impactou de maneira boa ou significativa 42% dos entrevistados, bastante acima das revisões de produtos dos consumidores, que obtiveram 29%. Comunidades de fórum atingem desta forma 26% dos entrevistados, enquanto vídeos e páginas de fãs do Facebook afetam 15% ou menos dos compradores da web.</p>
<p>Analisando para o uso da ferramenta Google Shopping sobre consumidores online, o estudo mostra que 31% deles sempre utilizam recursos do Google Shopping para comparar preços e ler revisões de produtos. Em ambos os casos as percentagem dos clientes que utilizam o site muitas vezes é quase o dobro das do que o usam sempre. Cerca de 29% afirmaram nunca usar o Google Shopping para alguma destas atividades.</p>
<p>Enquanto isso, um combinado de apenas 22% dos consumidores online usa sempre ou bastante o Google Shopping para localizar negócios locais de produtos que desejem comprar. A porcentagem de usuários que nunca utilizam o site para estes propósitos é maior, atingindo 31% dos entrevistados.</p>
<p>Cerca de 58% dos consumidores online procuram avaliações e opiniões de usuários quando visitam o Amazon.com. Isto torna o Amazon.com o líder inquestionável no uso de tais ferramentas por parte dos consumidores entre as sete entidades online abrangidas pelo estudo. A categoria de sites de varejistas como um todo ficou na segunda colocação no estudo, com 45% dos clientes procurando por avaliações e opiniões em sites da categoria.</p>
<p>A busca por opiniões e avaliações pelos consumidores online em sites de ferramentas de busca ocorrem em uma taxa similar aos dos de varejo (41%). Já em sites de redes sociais, a procura por estas informações é bem menor, atingindo 11% dos entrevistados</p>
<p>48% dos compradores online afirmam que opiniões e avaliações têm importância crítica ou muito grande para as suas pesquisas de produtos em sites de varejo. Q&amp;A ficou em um distante segundo lugar com 31%, seguido por uso da ferramenta “like”(23%), uso do “like” por pessoas conhecidas (22%) e fóruns de comunidades (18%).</p>
<p>A pesquisa online por produtos ocupa uma parte substancial do tempo que os consumidores gastam com compras. De acordo com dados de outro estudo, 50% dos consumidores gastam 75% ou mais de seu tempo total de compras conduzindo pesquisas online por produtos, com 15% gastando 90% ou mais deste tempo.</p>
<p>Em 2010, apenas 21% dos consumidores online usaram mais de 75% do seu tempo de compras pesquisando produtos na internet, o que significa que este percentual mais do que dobrou em um ano. Entretanto, a porcentagem dos que gastavam entre 50-74% de seu tempo com esta atividade manteve-se constante com 29%, assim como aqueles que gastam entre 1-14% de seu tempo de compras pesquisando online, que ficaram em 8%.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> E-Commerce News</p>
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		<title>Comentários de clientes afetam 6 em cada 10 compradores online</title>
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		<pubDate>Thu, 02 May 2013 19:56:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Discover</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cerca de 56% dos compradores online afirmam que avaliações de produtos personalizadas feitas por consumidores tem um impacto significante ou bom em seu comportamento de compras, de acordo com estudo “The 2011 Social Shopping Study” realizado pelo e-tailing group e PowerReviews. A segunda ferramenta de comunidade/social a afetar os consumidores online foi a Q&#38;A, que impactou de maneira boa ou&#160;<a href="http://www.discover.com.br/ecommerce/e-commerce/comentarios-de-clientes-afetam-6-em-cada-10-compradores-online-2/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Cerca de 56% dos compradores online afirmam que avaliações de produtos personalizadas feitas por consumidores tem um impacto significante ou bom em seu comportamento de compras, de acordo com estudo “The 2011 Social Shopping Study” realizado pelo e-tailing group e PowerReviews.</p>
<p>A segunda ferramenta de comunidade/social a afetar os consumidores online foi a Q&amp;A, que impactou de maneira boa ou significativa 42% dos entrevistados, bastante acima das revisões de produtos dos consumidores, que obtiveram 29%. Comunidades de fórum atingem desta forma 26% dos entrevistados, enquanto vídeos e páginas de fãs do Facebook afetam 15% ou menos dos compradores da web.</p>
<p>Analisando para o uso da ferramenta Google Shopping sobre consumidores online, o estudo mostra que 31% deles sempre utilizam recursos do Google Shopping para comparar preços e ler revisões de produtos. Em ambos os casos as percentagem dos clientes que utilizam o site muitas vezes é quase o dobro das do que o usam sempre. Cerca de 29% afirmaram nunca usar o Google Shopping para alguma destas atividades.</p>
<p>Enquanto isso, um combinado de apenas 22% dos consumidores online usa sempre ou bastante o Google Shopping para localizar negócios locais de produtos que desejem comprar. A porcentagem de usuários que nunca utilizam o site para estes propósitos é maior, atingindo 31% dos entrevistados.</p>
<p>Cerca de 58% dos consumidores online procuram avaliações e opiniões de usuários quando visitam o Amazon.com. Isto torna o Amazon.com o líder inquestionável no uso de tais ferramentas por parte dos consumidores entre as sete entidades online abrangidas pelo estudo. A categoria de sites de varejistas como um todo ficou na segunda colocação no estudo, com 45% dos clientes procurando por avaliações e opiniões em sites da categoria.</p>
<p>A busca por opiniões e avaliações pelos consumidores online em sites de ferramentas de busca ocorrem em uma taxa similar aos dos de varejo (41%). Já em sites de redes sociais, a procura por estas informações é bem menor, atingindo 11% dos entrevistados</p>
<p>48% dos compradores online afirmam que opiniões e avaliações têm importância crítica ou muito grande para as suas pesquisas de produtos em sites de varejo. Q&amp;A ficou em um distante segundo lugar com 31%, seguido por uso da ferramenta “like”(23%), uso do “like” por pessoas conhecidas (22%) e fóruns de comunidades (18%).</p>
<p>A pesquisa online por produtos ocupa uma parte substancial do tempo que os consumidores gastam com compras. De acordo com dados de outro estudo, 50% dos consumidores gastam 75% ou mais de seu tempo total de compras conduzindo pesquisas online por produtos, com 15% gastando 90% ou mais deste tempo.</p>
<p>Em 2010, apenas 21% dos consumidores online usaram mais de 75% do seu tempo de compras pesquisando produtos na internet, o que significa que este percentual mais do que dobrou em um ano. Entretanto, a porcentagem dos que gastavam entre 50-74% de seu tempo com esta atividade manteve-se constante com 29%, assim como aqueles que gastam entre 1-14% de seu tempo de compras pesquisando online, que ficaram em 8%.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> E-Commerce News</p>
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		<title>e-Commerce brasileiro deve faturar R$ 43,3 bilhões em 2013</title>
		<link>http://www.discover.com.br/ecommerce/e-commerce/e-commerce-brasileiro-deve-faturar-r-433-bilhoes-em-2013/</link>
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		<pubDate>Thu, 02 May 2013 19:49:56 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O comércio eletrônico deve movimentar R$ 43,3 bilhões em 2013, o equivalente a um crescimento de 26% em relação ao ano anterior. Os dados são do Índice do Varejo Online (VOL), – que registra a soma trimestral dos volumes de transações on-line de automóveis, turismo e bens de consumo (varejo) através de lojas virtuais –,  realizado pela E-Consulting. A pesquisa revela ainda&#160;<a href="http://www.discover.com.br/ecommerce/e-commerce/e-commerce-brasileiro-deve-faturar-r-433-bilhoes-em-2013/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O comércio eletrônico deve movimentar R$ 43,3 bilhões em 2013, o equivalente a um crescimento de 26% em relação ao ano anterior. Os dados são do Índice do Varejo Online (VOL), – que registra a soma trimestral dos volumes de transações on-line de automóveis, turismo e bens de consumo (varejo) através de lojas virtuais –,  realizado pela E-Consulting.</p>
<p>A pesquisa revela ainda que, entre as três categorias que compõem o VOL, a de turismo é a mais promissora, com estimativa de crescimento de 31% ao longo de 2013. Entre os fatores que mais contribuem para o crescimento do segmento, o levantamento aponta o poder aquisitivo das classes C e D, os programas de estímulo ao turismo interno no Brasil por parte do Governo Federal, e o crescente volume de viagens de negócios.</p>
<p>Já o desenvolvimento do varejo deve girar em torno de 27,3%, motivado pelo aumento da participação de itens de maior valor agregado, como eletrônicos e eletrodomésticos. Segundo o estudo, a expansão das formas de financiamento ao consumo oferecidas pelas empresas, é uma das razões que tem facilitado a compra de produtos de valores mais alto.</p>
<p>Para o setor de automóveis, que engloba transações de carros, motos e peças, o relatório prevê um crescimento relativamente mais tímido, de 20,6%, reflexo da maturidade da categoria e do forte crescimento registrado nos últimos anos. “Vale destacar que com a facilidade de acesso ao crédito sendo uma realidade no mercado de e-commerce, o número de consumidores on-line deve aumentar em 16% neste ano, representando 37 milhões de e-consumidores. Já o volume de internautas terá um incremento mais refreado, de 1,43%, o que contabiliza para um total de 85 milhões de pessoas acessando as redes”, estima o sócio-fundador da E-Consulting, Daniel Domeneghetti.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> E-Commerce News</p>
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		<title>Magento lidera entre as plataformas mais populares do mundo</title>
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		<pubDate>Wed, 03 Apr 2013 21:21:34 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A plataforma Magento responde por 12% das lojas virtuais mais acessadas do mundo, em uma lista com 1 milhão de sites, segundo uma pesquisa feita pela Quantcast Corp e infoAnalytica. O relatório aponta que a liderança do Magento pode ser explicada por sua aderência com varejistas de diferentes portes, ao contrário do segundo colocado, o Yahoo Store, que com um&#160;<a href="http://www.discover.com.br/ecommerce/e-commerce/magento-lidera-entre-as-plataformas-mais-populares-do-mundo/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A plataforma Magento responde por 12% das lojas virtuais mais acessadas do mundo, em uma lista com 1 milhão de sites, segundo uma pesquisa feita pela Quantcast Corp e infoAnalytica.</p>
<p>O relatório aponta que a liderança do Magento pode ser explicada por sua aderência com varejistas de diferentes portes, ao contrário do segundo colocado, o Yahoo Store, que com um share de 10% tem um foco muito agressivo em micro ou pequenas empresas.</p>
<p>Outro fator, que explicaria a popularidade do Magento, é a sua grande comunidade online. A pesquisa diz que esse elemento foi determinante para a conquista de novos adeptos.</p>
<p>Na sequência da lista das plataformas mais populares do planeta estão: VirtueMart E-Commerce Solution (8%), Volusion Inc. (8%) Zencart (8%), osCommerce (7%), Miva Merchant (7%), Big Commerce (5%) WP e-Commerce (3%) e Ubercart (3%).</p>
<p>Ainda assim, as plataformas Big Commerce e Volusion estão conquistando cada vez mais espaço nesse mercado. O documento cita como exemplo a Big Commerce, a qual lançou recentemente uma plataforma baseada na tecnologia Software-as-a-Service (SaaS).</p>
<p>A pesquisa contabilizou apenas plataformas comercializadas em serviços de aluguel.</p>
<p>A Discover é um parceiro Magento! Confira nossa página no site da Magento Commerce.</p>
<p><a href="http://www.magentocommerce.com/partners/details/partner/id/3083">http://www.magentocommerce.com/partners/details/partner/id/3083</a></p>
<p><strong>Fonte:</strong> E-commerce News</p>
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		<title>Comércio eletrônico movimenta RS 22,5 bilhões em 2012</title>
		<link>http://www.discover.com.br/ecommerce/e-commerce/comercio-eletronico-movimenta-rs-225-bilhoes-em-2012/</link>
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		<pubDate>Fri, 22 Mar 2013 16:52:27 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[O comércio eletrônico B2C — entre varejistas e consumidores — movimentou R$ 22,5 bilhões no Brasil em 2012, o que representa uma expansão de 20% em relação ao ano anterior, quando registrou R$ 18,7 bilhões, segundo dados da empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit. O número confirma a previsão divulgada no fim do ano passado. Ao longo do ano,&#160;<a href="http://www.discover.com.br/ecommerce/e-commerce/comercio-eletronico-movimenta-rs-225-bilhoes-em-2012/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>O comércio eletrônico B2C — entre varejistas e consumidores — movimentou R$ 22,5 bilhões no Brasil em 2012, o que representa uma expansão de 20% em relação ao ano anterior, quando registrou R$ 18,7 bilhões, segundo dados da empresa de monitoramento de comércio eletrônico e-bit. O número confirma a previsão divulgada no fim do ano passado. Ao longo do ano, o número de pedidos totalizou 66,7 milhões, volume 24,2% maior que o registrado um ano antes, e a quantidade de novos consumidores virtuais atingiu 10,3 milhões. Desde que o e-commerce passou a ser medido no país o número de pessoas que fizeram ao menos uma compra online no Brasil totaliza 42,2 milhões.</p>
<p>Para este ano, a previsão é que o e-commerce B2C cresça 25% e fature R$ 28 bilhões, com tíquete médio por consumidor de R$ 350. A expansão se dará em razão da aceleração das vendas de dispositivo móveis, como tablets e smartphones, além da esperada retomada do crescimento econômico, segundo a e-bit.</p>
<p>A e-bit também apresentou dados da operadora de cartões Visa, que contribuíram para que o Brasil fosse o primeiro país latino-americano a conseguir que as vendas online atingissem 1% do Produto Interno Bruto (PIB). O Brasil lidera o ranking de países da América Latina e Caribe que apresentaram o maior volume financeiro acumulado em compras via comércio eletrônico, com 59,1% de participação no mercado de negócios digitais, seguido por México (14,2%), Caribe (6,4%), Argentina (6,2%), Chile (3,5%), Venezuela (3,3%), América Central (2,4%), Colômbia (2%) e Peru (1,4%). O estudo projeta uma taxa de crescimento de 28,5% em toda a região no fim deste ano.</p>
<p>Ações promocionais de lojas virtuais e o aumento nas vendas de produtos de valor agregado no segundo semestre do ano passado, como smartphones, tablets e notebooks, contribuíram para o crescimento do segmento no país, de acordo com o diretor geral da e-bit, Pedro Guasti. Além disso, o maior número de datas sazonais no segundo semestre e o peso das vendas de Natal também foram fatores importantes. Somente no Natal, as vendas online chegaram a R$ 3,06 bilhões. A Black Friday brasileira, inspirada na tradicional megaliquidação do varejo americano, que acontece na sexta-feira seguinte ao Dia de Ação de Graças, também teve grande influência no faturamento, que totalizou R$ 243,8 milhões em vendas online de bens de consumo, cifra 143,8% maior que em 2011, quando faturou R$ 100 milhões.</p>
<p>Esses fatores elevaram o tíquete médio de compras de R$ 338 no primeiro semestre para R$ 346 na segunda metade do ano. Ainda assim, o tíquete médio anual ficou em R$ 342, queda de 2,2% em relação a 2011. “Isso porque algumas categorias emergentes puxam o tíquete médio para baixo, como moda e acessórios, etc.”, explica Guasti.</p>
<p>No ranking das cinco categorias com maior volume de pedidos, o setor de informática aparece em quarto lugar, com 9,1% de participação, atrás de eletrodomésticos (12,4%), moda e acessórios (12,2%) e saúde, beleza e medicamentos (12%). Outro dado apresentado, medido pelo índice Fipe/Buscapé, revelou que durante o período de fevereiro de 2012 a fevereiro deste ano houve queda média de preços de -0,42%. A categoria com a maior diminuição, de 14,51%, foi a de eletrônicos.</p>
<p><strong>Digital commerce</strong></p>
<p>Analisando todo o mercado digital, o digital commerce B2C, incluindo market places, venda de ingressos online, passagens aéreas e turismo e compras coletivas, além do e-commerce tradicional de bens de consumo, o faturamento no Brasil em 2012 foi R$ 49,7 bilhões e a previsão para 2013 é que esse número chegue a R$ 59,5 bilhões, crescimento de 19,8%.</p>
<p>Já o comércio móvel também apresentou evolução em 2012, com participação nas compras online de 2,5% em janeiro deste ano, expressiva alta em comparação ao 0,8% registrado mesmo mês no ano anterior. “Mais aplicativos para comparação de preço e compra de produtos diretamente no dispositivo móvel estão aparecendo. Isso faz com que mais lojas virtuais se preparem para o uso <em>mobile</em>”, esclarece Guasti, enfatizando que o aumento do acesso à banda larga no Brasil também contribui para expansão desse mercado.</p>
<p>A e-bit não apresentou estimativas desse mercado para este ano.</p>
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		<title>Pesquisa mostra o comportamento dos usuários nas mídias sociais pelo mundo</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Mar 2013 16:44:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Discover</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pesquisa realizada pela Wishpond, empresa privada com sede em Vancouver, no Canadá, observou o comportamento dos usuários nas mídias sociais pelo mundo, e as plataformas utilizadas pelas empresas para atingirem este público. De acordo com o levantamento, 81% dos brasileiros usam as mídias sociais para procurar novos produtos, enquanto 75% buscam por descontos, além de a maioria dos usuários verem&#160;<a href="http://www.discover.com.br/ecommerce/redes-sociais/pesquisa-mostra-o-comportamento-dos-usuarios-nas-midias-sociais-pelo-mundo/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Pesquisa realizada pela Wishpond, empresa privada com sede em Vancouver, no Canadá, observou o comportamento dos usuários nas mídias sociais pelo mundo, e as plataformas utilizadas pelas empresas para atingirem este público.</p>
<p>De acordo com o levantamento, 81% dos brasileiros usam as mídias sociais para procurar novos produtos, enquanto 75% buscam por descontos, além de a maioria dos usuários verem as redes sociais como uma ótima maneira de saber mais sobre as marcas.</p>
<p>Já entre os franceses, 31% deles destinam a maior parte do seu tempo com aplicativos para celular em acesso as redes sociais, enquanto entre os italianos, a preferência é pela internet móvel. Só em 2012, 1/3 de todos os usuários móveis acessaram internet por meio de seus celulares.</p>
<p>Na Suécia, as jovens do sexo feminino preferem passar o tempo na internet com leituras de blogs e lazer, enquanto os rapazes dedicam a maior parte do tempo interagindo com jogos on-line.</p>
<p>Ainda de acordo com a pesquisa, os chineses são três vezes mais suscetíveis do que os norte-americanos em realizar uma compra com base no conteúdo gerado por usuários em redes sociais, como posts de blogs ou comentários.</p>
<p>O estudo também abrangeu o perfil empresarial, destacando que as empresas B2B, devem considerar o Linkedin para alcançar o seu público dos EUA. Segundo a pesquisa, 65% dos entrevistados B2B conquistaram clientes por meio do Linkedin. Já o Facebook e Twiter são mais ativos para empresas B2C, em que 77% e 59% adquiriram clientes pelos canais, respectivamente.</p>
<p>Na Noruega os comerciantes utilizam o Twitter, Tumblr e Pinterest para interagirem com pessoas com menos de 30 anos, enquanto o Linkedin é usado para atingir usuários com ensino superior. Já os russos priorizam o Facebook para se comunicarem jovens das classes A/B, enquanto que os consumidores com idade entre 25 a 35 anos podem ser encontrados no Odnoklassniki.</p>
<p>Enquanto isso, os portugueses interessados em alcançar usuários com idade abaixo de 13 anos, devem utilizar o Hi5, um site popular entre os pré-adolescentes do País. Para atrair os estudantes universitários e recém–formados, a Espanha utiliza a Tuenti, cujos usuários têm entre 18 e 24 anos, ainda que, grande parte utilize o facebook como rede social de preferência, enquanto os usuários ocasionais tendem a utilizar o YouTube.</p>
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		<title>São Paulo recebe a primeira edição do Bargento 2013</title>
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		<pubDate>Fri, 22 Mar 2013 15:02:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Discover</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Magento]]></category>
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		<description><![CDATA[A cidade de São Paulo receberá no próximo dia 9 de abril a primeira edição do ciclo de eventos sobre Magento no Brasil, o Bargento 2013. De acordo com a produção do evento, as inscrições já estão abertas, e, assim como no ano passado, o Bargento 2013 será realizado em diversas cidades brasileiras, mantendo a tradição de reunir sempre em&#160;<a href="http://www.discover.com.br/ecommerce/e-commerce/sao-paulo-recebe-a-primeira-edicao-do-bargento-2013/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A cidade de São Paulo receberá no próximo dia 9 de abril a primeira edição do ciclo de eventos sobre Magento no Brasil, o Bargento 2013.</p>
<p>De acordo com a produção do evento, as inscrições já estão abertas, e, assim como no ano passado, o Bargento 2013 será realizado em diversas cidades brasileiras, mantendo a tradição de reunir sempre em um bar ou restaurante, profissionais de áreas distintas, como designers, desenvolvedores e gestores de loja. O objetivo é debater estratégias e desafios do comércio eletrônico em torno do desenvolvimento de lojas virtuais com Magento.</p>
<p>Para ministrar a série de palestras, o evento contará com a presença de Solange Oliveira, a eCommerce Girl, que escolheu temas relacionados ao mercado de trabalho, como desenvolvimento de profissionais, certificações e as coisas certas a se fazer para contratar profissionais qualificados para seu negócio on-line.</p>
<p>A executiva traz em seu currículo a experiência de consultora e conselheira em lojas virtuais de sucesso, professora em cursos de pós-graduação e autora do livro De Camelô a Joalheiro todos podem e devem vender on-line!</p>
<p>Depois de São Paulo, o evento segue para outras quatro cidades, antes de uma segunda edição na capital paulista, em outubro.</p>
<p><strong>Serviço:</strong></p>
<p>Bagento 2013</p>
<p>Data: 9 de abril</p>
<p>Horário: 18h30 às 22h30</p>
<p>Local: Capcana Gastronomia – Al. Santos, 484 – São Paulo</p>
<p>Inscrições: <a href="http://www.bargento.com.br/" rel="nofollow" target="_blank">www.bargento.com.br</a></p>
<p>Informações: (11) 3037-5997 | contato@bargento.com.br</p>
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		<title>Ainda há espaço para o e-commerce crescer no Brasil</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Jan 2013 15:03:21 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Discover</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Segundo dados divulgados pela Braspag em dezembro de 2012, o volume de transações no varejo online brasileiro cresceu 46% em relação a 2011, superando por uma ampla margem a expectativa prevista para este ano (25%). O número é animador e bate com as nossas previsões para o ano. Mas esse resultado é significativo? Não, pelo seguinte motivo: no Brasil, o&#160;<a href="http://www.discover.com.br/ecommerce/e-commerce/ainda-ha-espaco-para-o-e-commerce-crescer-no-brasil/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Segundo dados divulgados pela Braspag em dezembro de 2012, o volume de transações no varejo online brasileiro cresceu 46% em relação a 2011, superando por uma ampla margem a expectativa prevista para este ano (25%).</p>
<p>O número é animador e bate com as nossas previsões para o ano. Mas esse resultado é significativo? Não, pelo seguinte motivo: no Brasil, o varejo eletrônico mal chega 1,5% do total do varejo (dados da Fecomércio, de 2011). Ou seja, o país ainda tem muito espaço para o e-commerce crescer, quando considerado a semelhança a outros países.</p>
<p>Tanto nos EUA como na Europa a proporção entre o varejo tradicional e o online chega a 5% ou mais. Por exemplo, no mercado espanhol, considerado pouco evoluído em varejo eletrônico (e em uma situação de crise econômica européia), as vendas eletrônicas no varejo atingem 3% de todo o comércio, sendo ainda pouco disseminadas na economia, e em grande parte concentradas na área de turismo. No outro extremo, bem mais desenvolvido em comércio eletrônico, o Reino Unido alcança a proporção de quase 10% de varejo eletrônico em relação ao seu comércio total.</p>
<p>Mais importante ainda é o fato de que mundialmente nos próximos anos deverá ocorrer um forte movimento de transferência de vendas do comércio tradicional para o eletrônico; há todo tipo de estimativa, mas chega-se a considerar que em cinco anos o comércio eletrônico representará 30% de todo o comércio.</p>
<p>Tomando essas bases como referência, mesmo que o Brasil não cresça economicamente, é de se esperar um elevado crescimento do comércio eletrônico.</p>
<p>Vamos fazer algumas simulações:</p>
<p>Se considerarmos que o comércio total crescerá à taxa de 4% ao ano, em cinco anos, e supondo que a proporção do comércio eletrônico sobre o comércio total chegue a 1/3 do que será nos países desenvolvidos (isto é, venha a ser 10%), o comércio eletrônico brasileiro girará em torno de R$ 145 bilhões em 2016.</p>
<p>Fazendo um ajuste geométrico entre os números atuais (R$ 18 bilhões) e essa projeção, precisaríamos ter um crescimento anual da ordem de 52% no comércio eletrônico brasileiro para alcançar tais R$ 145 bilhões.</p>
<p>Se tomarmos bases mais otimistas (crescimento do comércio total em 5% ao ano, ajuste para metade da proporção Europa/EUA (logo 15% do comércio total), chegamos à taxa anual de crescimento (geométrico) no Brasil da ordem de pouco mais de 65% ao ano, o que levaria a estimativa para cinco anos a R$ 230 bilhões.</p>
<p>Sendo bastante pessimistas (2,5% de crescimento do comércio, ajuste para 1/5 da proporção internacional, e esta se situando em 20% do comércio total, logo varejo eletrônico representando apenas 4% do comércio total), ainda assim o crescimento anual (geométrico) será da ordem de 25%.</p>
<p>Obviamente, todos esses números podem ser questionados, mas não há como desatrelar o movimento do comércio eletrônico brasileiro ao dos países europeus e EUA.</p>
<p>Enfim, mantidas essas mesmas bases, para 2013 poderiam ser esperados, respectivamente, R$ 42 bilhões, R$ 49 bilhões (otimista) e R$ 28 bilhões (pessimista).</p>
<p>O grande problema será as empresas estarem preparadas para esse crescimento, principalmente em termos de logística e atendimento aos clientes. Este tem sido um dos assuntos mais discutidos recentemente, mas seria de se esperar que, com taxas elevadas de crescimento, desestruturações importantes ocorressem como parte de um processo natural de adaptação.</p>
<p>Fonte: <a href="http://ecommercenews.com.br/artigos/cases/ainda-ha-espaco-para-o-e-commerce-crescer-no-brasil" target="_blank">E-Commerce News</a></p>
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		<title>Preços no varejo online recuam 1,28% em dezembro</title>
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		<pubDate>Wed, 09 Jan 2013 20:40:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Discover</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Os preços dos produtos comercializados no varejo online registraram queda de 1,28% em dezembro ante novembro, o que reforça a tendência deflacionária dos preços nos últimos 23 meses, já que houve variação positiva apenas em agosto de 2011 (0,59%) e em janeiro de 2012 (0,90%). As informações são do índice Fipe/Buscapé, divulgadas nesta terça (8). O estudo revela ainda que&#160;<a href="http://www.discover.com.br/ecommerce/e-commerce/precos-no-varejo-online-recuam-128-em-dezembro/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Os preços dos produtos comercializados no varejo online registraram queda de 1,28% em dezembro ante novembro, o que reforça a tendência deflacionária dos preços nos últimos 23 meses, já que houve variação positiva apenas em agosto de 2011 (0,59%) e em janeiro de 2012 (0,90%). As informações são do índice Fipe/Buscapé, divulgadas nesta terça (8).</p>
<p>O estudo revela ainda que das 151 categorias de produtos dos dez grupos analisados, 105 apresentaram deflação de, em média, 1,31%, enquanto o restante (46) tiveram inflação de, em média, 0,04%. No entanto, quando levado em conta o acumulado de 12 meses encerrados em dezembro, a queda chegou a 7,79%, com recuo em nove dos dez grupos.</p>
<p>Ainda segundo o indicador, os grupos que tiveram preços deflacionários no mês passado foram brinquedos e games (-2,98%), eletrônicos (-2,93%), moda e acessórios (-1,57%), esporte e lazer (-1,23%), telefonia (-0,97%), casa e decoração (-0,83%), eletrodomésticos (-0,83%), fotografia (-0,72%) e informática (-0,33%). Somente cosméticos e perfumaria registrou alta nos preços, de 0,34% no mesmo parâmetro de comparação.</p>
<p>Fonte: <a href="http://ecommercenews.com.br/noticias/balancos/precos-no-varejo-online-recuam-128-em-dezembro" target="_blank">E-Commerce News</a></p>
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		<title>As lições de casa de um e-commerce profissional</title>
		<link>http://www.discover.com.br/ecommerce/e-commerce/as-licoes-de-casa-de-um-e-commerce-profissional/</link>
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		<pubDate>Wed, 09 Jan 2013 20:36:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Discover</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando uma agência digital é consultada por um empreendedor para abrir um e-commerce, a primeira constatação é a percepção de que as pessoas sabem muito pouco ou quase nada sobre o negócio. Pior ainda, que elas têm a imagem de que basta contratar uma plataforma e um design para montar o negócio e pronto, está tudo resolvido. Isso acontece em&#160;<a href="http://www.discover.com.br/ecommerce/e-commerce/as-licoes-de-casa-de-um-e-commerce-profissional/" class="read-more">Continue Reading</a>]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Quando uma agência digital é consultada por um empreendedor para abrir um e-commerce, a primeira constatação é a percepção de que as pessoas sabem muito pouco ou quase nada sobre o negócio. Pior ainda, que elas têm a imagem de que basta contratar uma plataforma e um design para montar o negócio e pronto, está tudo resolvido.</p>
<p>Isso acontece em parte porque a grande mídia não abre muito espaço para divulgar o tema, mesmo sendo esse um mercado que gerou R$ 18 bilhões em 2011 e deve chegar a R$ 24 bilhões em 2012, de acordo com informações do e-bit. Poucas são as matérias que ensinam aquilo que o empreendedor precisa para abrir um e-commerce profissional. E, para completar, com o advento da Internet, passamos a encontrar tudo na rede, inclusive informações que não correspondem ao que realmente deve ser feito.</p>
<p>Então, como resolver o problema? Considerando tal cenário, a Associação Paulista das Agências Digitais (APADi), que é composta por 100 agências do mundo digital, decidiu publicar um guia que oriente o futuro lojista virtual em todos os aspectos necessários para criar um e-commerce profissional. A entidade lançou recentemente o Guia de E-Commerce, uma publicação que será gratuita na versão digital para qualquer empreendedor de todo o Brasil (www.apadi.com.br).</p>
<p>O Guia de E-Commerce, por estar sendo feito pela entidade, traz o aval de muitas empresas especializadas e oferece informação de qualidade garantida. A publicação apresenta as principais etapas de um negócio virtual e oferece uma visão macro dos processos necessários para operar com sucesso, incluindo planejamento, escolha da plataforma tecnológica, integrações,  comunicação visual, gestão de conteúdo, operações e logística, serviços financeiros e marketing digital.</p>
<p>São muitas dicas e alertas para o empresário. Por exemplo, a maioria dos empreendedores pensa que o custo do investimento é somente o custo da plataforma do e-commerce, sendo que este deveria ser apenas 20% do valor total do investimento. A plataforma é como a loja física, no entanto, no e-commerce não existe o “ponto comercial”. Por isso, é fundamental usar ferramentas de divulgação, conhecidas como marketing digital.</p>
<p>Estamos falando de e-mail marketing, links patrocinados, rede display e canais de divulgação. Assuntos nos quais deveríamos seguir normas de boa conduta. O e-mail marketing, por exemplo, ainda é uma das formas mais efetivas de divulgação. No entanto, é preciso saber desenvolver um e-mail marketing para que ele não seja confundido com um spam. As regras de boa conduta estão disponíveis gratuitamente nos sites da Associação Brasileira de Marketing Direto (ABEMD) e do C@pem.</p>
<p>Então, o investimento seria em plataforma e marketing digital? A resposta é não. Há muito mais do que isso. É preciso fazer um bom plano de negócios, um pré-projeto, um diagnóstico de mercado, uma análise de equipe e da estrutura de compra e vendas do negócio. Além disso, o empreendedor do mundo virtual vai precisar desenvolver uma boa política de parcerias e processos eficientes de atendimento ao cliente. São tantas operações que fica difícil falar de tudo com profundidade em um artigo.</p>
<p>Por isso, vale a pena estudar o Guia de E-Commerce da APADi. O projeto foi desenvolvido de tal forma que o empreendedor passa a entender o passo a passo do processo de abertura, desde o planejamento até a fase final, que é a gestão quando a loja já está funcionando. O Guia oferece modelos para o empreendedor, tais como planilhas de controle de estoque, fluxograma de pedidos e um roteiro de planejamento. E este último tema é de extrema importância, porém esbarra em uma barreira cultural.</p>
<p>Muitas lojas virtuais não fazem um bom planejamento digital pelo simples fato de que planejar não é parte da cultura do brasileiro. Só para exemplificar, enquanto um europeu programa com antecedência cada hora de sua semana seguinte, cada mês do seu ano, o brasileiro decide no dia se vai ao boliche, se vai ao cinema ou se vai fazer um churrasco em casa e chamar os amigos. O brasileiro resolve as coisas de acordo com o “estado de espírito”.</p>
<p>As decisões impulsivas são comuns entre empresários brasileiros, principalmente os pequenos empreendedores. Normalmente, eles primeiro abrem o negócio para só depois fazerem cursos de gestão empresarial, analisarem o mercado, se preocuparem com administração etc. Se por um lado isso traz um maior número de empreendedores, também leva a um maior número de insucessos.</p>
<p>Por isso, fica aqui um alerta. Planejar e planejar e planejar é necessário para entrar com sucesso no mundo virtual. É preciso entrar nesse negócio com cautela. O Guia da APADi ensina a calcular o retorno sobre o investimento, explica o que é e como funciona a conversão de vendas no Brasil, e dá dicas financeiras que ajudam a evitar fraudes comuns nesse mercado.</p>
<p>As fraudes acontecem muitas vezes porque a loja virtual automatizou em 100% a venda do e-commerce. Ao mesmo tempo em que isso traz agilidade de compra, também facilita roubos eletrônicos. Ainda é necessário que alguém verifique a veracidade das informações e, em muitos casos, vale ligar para o comprador e checar se ele fez aquela compra. Existem no mercado empresas especializadas em checar se aquela pessoa realmente é quem diz que ser.</p>
<p>Poucos empresários atentam para o fato de que, se eles fizerem uma venda direto no cartão de crédito e aquilo for uma fraude, o cartão vai cobrar dele o prejuízo. Isso é chamado Charge Back. E é exatamente como se alguém entrasse na loja e roubasse os produtos referidos na compra. Em alguns casos, vale a pena trabalhar exclusivamente com meios intermediários de pagamento digital, o que é recomendável para pequenos empresários.</p>
<p>A logística também é um ponto importante. Na Internet, não há limite geográfico de atuação. Mas, para vender em diferentes Estados do Brasil ou no exterior, é preciso antes estabelecer a logística de entrega e, ainda, entender a legislação local para o cumprimento de todas as instruções normativas. Esse é um ponto crítico do e-commerce, porque, na maioria dos casos, o empreendedor dependerá de um parceiro, os Correios ou uma empresa contratada para isso. E, se os Correios entrarem em greve, isso pode ter sérias consequências para o seu negócio, por exemplo.</p>
<p>Você pode estar se perguntando o que ganha se seguir tudo isso? Digamos que é como dirigir numa cidade grande. Se não seguimos com critério as leis locais, tomamos multas; se não sabemos as regras de boa conduta, acabamos batendo o carro ou, na melhor das hipóteses, deixaremos os outros motoristas bem irritados. Se não observamos as condições do nosso veículo, podemos ficar parados com o carro quebrado numa via principal da cidade e, se não nos preocupamos com segurança, podemos ser roubados e perder tudo. Mas, se fizermos toda a lição de casa na hora de dirigir, temos boas chances de sermos bons motoristas e contribuir para o bem estar da cidade. É mais ou menos a mesma lógica com o e-commerce.</p>
<p>Se fizermos as lições de casa para montar um e-commerce de sucesso, estamos nos garantindo como empresários, temos muito mais chances de ser bem sucedidos no projeto virtual e contribuiremos para a satisfação do consumidor final e para o crescimento consistente do mercado de comércio eletrônico no País.</p>
<p><strong>Fonte:</strong> <a href="http://www.ecommercebrasil.com.br/eblog/2012/09/10/as-licoes-de-casa-de-um-e-commerce-profissional/" target="_blank">E-Commerce Brasil</a></p>
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